Na pontinha do pé... pelas casas dos Barões do Café
Há uns anos atrás (1930’s) os grandes Barões do Café do Brasil tinham em São Paulo seus casarões ao longo da Av. Paulista, que fica no ponto mais alto da cidade do qual se avistavam todas as terras em redor, onde hj em dia se desenvolve esta grande metrópole. Era uma avenida comprida cheia de casarões ricos e coloniais que se erguiam ao
Um dia já dos tempos modernos (1950’s) em que os barões do café se tornaram apenas uma memória, o valor comercial desta região subiu muito, e os donos das casas perceberam que era
muito mais rentável construir prédios no lugar das suas casas, que tinham muito valor histórico mas pouco valor comercial. Então começaram um processo de deitar as casas abaixo e construir os referidos prédios. Qd se soube deste cruel projecto, logo se ergueram vozes contra esta voraz destruição, proibindo assim mexer nestas casas antigas que se tornariam, com certeza, em
património nacional. Mas, antes que as leis proibissem a destruição das casas, de uma dia para o outro, durante a noite, os donos autorizaram que mandassem abaixo as casas e, de repente, o inevitável aconteceu e cresceram prédios no lugar destas casas antigas.Entretanto, para alargar a avenida, então estreita, destruíram-se os jardins em frente das casas e alcotroou-se o que hj é a Av. Paulista, centro financeiro de São Paulo.

Mas sobraram algumas casas. Cinco, mais precisamente. Algumas foram aproveitadas e reformadas, como a do Bank Boston, a do MacDonalds, a do Palácio das Rosas e a do Instituto Pasteur. Há ainda uma que está a cair.


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